DESTINOS

ásia

Templos milenares que permanecem um mistério, o azul e verde exuberante das ilhas paradisíacas (in)exploradas, a riqueza cultural inesgotável, ou caos (des)controlado das capitais que crescem a um ritmo alucinante. Assim é a Ásia, e não há outra igual. Nada ali acontece por acaso. Os cheiros, os sabores, os sons. E depois há as pessoas, os sorrisos e a paz e simplicidade com que vivem. É vibrante, e até vertiginosa – uma mistura rara que não deixa ninguém indiferente.

“We’d incorporated Asia into our bones – its colours and laughter, its smells, its rhythms, its tolerance and patience, its compassion, its lack of ageism” 
– Jane Wilson-Howart

europa

Haverá maior cliché para um viajante que comer croissants ao pequeno-almoço com vista para a torre Eiffel, os passeios românticos ao pôr-do-sol pela Toscana, ir à ópera em Viena, ouvir falar em saudade – aquele sentimento tão tipicamente português – sob forma de fado cantado, ou esquiar nas montanhas cobertas de neve da Suíça? Cada charmosa capital europeia tem pormenores peculiares que a tornam única, e guarda memórias de um passado repleto de (grandes) conquistas e histórias que muitas vezes ficam por contar. De uma forma ou outra, viajar na Europa é ser surpreendido a cada instante.

áfrica

Em África questiona-se a utopia do tempo – é que ali o tempo parece ter todo um outro ritmo. É precisamente o ritmo que dita tudo o que acontece neste continente. Seja numa das muitas praias de areia branca, quilómetros e quilómetros sem ver vivalma, e mar em (mil) tons de azul turquesa, no coração da savana num safari à procura dos “Big Five”, ou na ponta do Cabo onde os oceanos se encontram e os monstros de outrora dão lugar à esperança de um novo dia. E, principalmente, no sonho de um homem de uma África (do Sul) livre e em harmonia. Hakuna Matata!