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ROTEIRO DE VIAGEM | Indochina

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A região da antiga Indochina é hoje um dos destinos mais desejados do sudoeste asiático. O seu nome remonta aos séculos XIX e XX, época em que os franceses colonizaram a região que compreendia o atual Laos, Vietname e Camboja. A par das influências francesas deixadas, o facto de esta região estar compreendida entre dois gigantes asiáticos – a India e a China – deixou também grandes marcas na cultura e tradição destes países. Ainda assim, cada um deles tem traços muito fortes e características, que os distinguem entre si.

ROTEIRO DE 21 DIAS | Tailândia, Laos, Vietname e Camboja

Qualquer um destes países pode – e deve – ser visitado individualmente. Para quem prefere uma primeira viagem que inclua a passagem pelo Laos, Vietname e Camboja, deixo em baixo o roteiro de 3 semanas por esta região. É apenas uma forma, das muitas que existem, de viajar entre os 3 países. O ideal é planear o que se pretende ver, meios transportes disponíveis e custos, e daí delinear um roteiro.

Depois de pesquisar qual a melhor forma de chegar aos Laos ou Camboja, percebemos que a alternativa mais em conta seria viajar de Lisboa para a Tailândia e daí seguir viagem. O facto de a capital tailandesa ser um destino muito procurado faz com que haja mais oferta de capitais europeias para Banguecoque, e de Banguecoque para outras cidades asiáticas. Por 506€ por pessoa, ida e volta, viajamos na KLM de Lisboa para Banguecoque, com uma curta escala em Amesterdão. Decidimos que o percurso seria Laos, Vietname e Camboja, com a Tailândia como ponto de partida e de chegada. Como escala entre voos de Banguecoque (Tailândia) e Vientiane (Laos) durava mais de 24 horas, aproveitámos para conhecer um pouco da capital tailandesa.

DIA 1 | BANGUECOQUE (TAILÂNDIA)

Ao aterrar na capital tailandesa sentimos de imediato a sensação tão característica de que estamos no sudoeste asiático. Depois de estar tudo instalado no hotel, saímos para explorar Banguecoque durante o fim da manhã e tarde. A primeira paragem foi o MBK, o famoso centro comercial que é um paraíso para amantes de tecnologia, almoçando num mercado de rua alí perto. A tarde foi passada a visitar o Wat Pho, um templo especialmente conhecido por abrigar o maior buda reclinado da Tailândia, e zona onde se situa o Grand Palace. O dia terminou em Chinatown, onde jantámos num dos muitos restaurantes de rua que por ali existem.

➳ LER: Bangok, a chegada à capital tailandesa

DIA 2 | VIENTIANE (LAOS)

De Banguecoque apanhamos um voo para a capital do Laos. À chegada espera-nos um ambiente completamente diferente do da capital tailandesa. Apesar de ser o centro administrativo do país, Vientiane é uma cidade calma e tranquila. É também uma cidade relativamente pequena, pelo que dá para a explorar bem a pé ou de tuk-tuk para distâncias maiores. A primeira paragem é o monumento mais importante do país: o Pha That Luang. Segue-se o passeio do World Peace Gong até ao Palácio Presidencial. Pelo caminho paramos no Patuxai, Arco do Triunfo de Vientiane, e continuamos a explorar as ruas desta cidade até ao sol se pôr. Terminamos o dia junto ao rio Mekong, onde inúmeras famílias laosianas aproveitam para passear. Arriscámos a sorte e jantámos num mercado de rua.

DIA 3 | VIENTIANE (LAOS)

O dia começa cedo com umas voltas para continuar a explorar Vietntiane, antes de visitar o Morning Market. De seguida, visitamos um local que nos leva a conhecer um pouco mais da história do Laos: o COPE. O resto do dia é passado a deambular pelas ruas de Vientiane, a admirar os seus templos, a respirar a sua cultura e a deixarmo-nos contagiar pelos sorrisos dos seus habitantes. De regresso ao hotel para ir buscar as malas, despedimo-nos da mais calma capital do sudoeste asiático, rumo a uma noite atribulada num autocarro noturno.

➳ LER: Vientiane, a tranquila capital do Laos

DIA 4 | LUANG PRABANG (LAOS)

Depois da viagem de autocarro de 12 horas por entre estradas que serpenteiam entre vales e montanhas, curvas apertadas, pequenas aldeias à beira da estrada, chegamos a Luang Prabang ainda de madrugada. A altura ideal para ver a monástica cidade, classificada pela UNESCO como Património da Humanindade, acordar aos poucos. O dia é dedicado a explorar as cascatas mais famosas do Laos: Tat Sae e Kuang Si Falls. Entre as caminhadas pela floresta adentro, há que dar um mergulho nas águas cristalinas das piscinas naturais de Kuang Si. De regresso a Luang Prabang, damos umas voltas pela cidade e vamos até à Bamboo Bridge. Terminamos a tarde no bar Utopia, antes de jantar num restaurante típico. De regresso ao hotel, caminhamos pelo Night Market.

DIA 5 | LUANG PRABANG (LAOS)

Voltamos a madrugar, desta vez para testemunhar uma tradição milenar: o Tak Bat. Todas as manhãs, antes do sol nascer, centenas de monges vestidos nos seus trajes laranja caminham descalços pelas ruas de Luang Prabang, para receber as oferendas dos fiéis budistas. O resto do dia é passado a explorar as Pak Ou Caves e a Ban Xang Hai, uma pequena vila ali perto também conhecida como Whiskey Village. Pelo caminho entramos no Laos profundo, e vamos vendo o quotiado daquele povo pelas pequenas povoações por onde passamos. A embarcação tradicional leva-nos através do rio Mekong até às grutas de Pak Ou, onde encontramos milhares de estátuas budistas no interior. Terminamos o dia a aproveitar a piscina do hotel, antes de sair para visitar novamente o Night Market. O jantar foi um verdadeiro banquete laosiano, numa experiência gastronómica que nos levou a degustar os melhores e mais típicos sabores do Laos.

DIA 6 | LUANG PRABANG (LAOS) – HANOI (VIETNAME)

Aproveitamos o último dia para explorar melhor a pequena cidade de Luang Prabang. Caminhamos pela margem do rio até à “fronteira” da cidade, onde Mekong se junta com o rio Nam Khan. No regresso, pela rua principal, visitamos praticamente todos os 36 templos de Luang Prabang. Subimos os 328 degraus até ao ponto mais alto da cidade, o Mount Phou Si. Visitamos o Royal Palace e o mais importante templo da cidade: o Haw Pha Bang. Antes de regressar ao hotel, fazemos uma paragem num pequeno mercado à beira da estrada. A meio da tarde, despedimo-nos de Luang Prabang e do Laos. Embarcamos no voo que nos leva até à capital do Vietname: Hánoi. À chegada, a sinfonia de buzinas que carateriza esta cidade frenética. Saímos do hotel para jantar num pequeno restaurante local e para passear junto ao lago Hoan Kiem, onde se situa a Huc Bridge – uma ponte vermelha que à noite ganha ainda mais encanto. Segue-se o caminho de volta ao hotel pelo fascinante labirinto de ruas, onde se concentram os comerciantes da cidade e onde se pode encontrar de tudo.

➳ LER: Luang Prabang, a pérola do Mekong

DIA 7 | HALONG BAY (VIETNAME)

Good morning, Vietnam! Deixamos o hotel bem cedo e seguimos viagem até ao porto de Halong. É onde “o dragão entra no oceano” que começamos a viagem no cruzeiro com uma noite a bordo, que nos guia pela mais conhecida baía do Vietname: Halong Bay. À medida que o dirige através de belíssimas ilhas de pedra e cobertas de vegetação e iluminadas por reflexos marítimos de um omnipresente azul ultramarino. Depois do almoço de boas-vindas, fazemos um passeio de caiaque pela baáia e paramos em algumas belas praias desertas para nadar. Ao fim da tarde, de regresso ao barco, observamos o magestico pôr-do-sol em Halong Bay, enquanto nos preparamos para a sunset party que antecede o jantar a bordo. O jantar, um verdadeiro baquete vietnamita, é feito em pleno coração de Hanoi.

DIA 8 | HALONG BAY – HANOI (VIETNAME)

O dia começa com os primeiros raios de sol a iluminar a fantástica baía de Halong. Segue-se o pequeno-almoço a bordo, enquanto a navegação continua baía adentro. Paramos para visitar a gruta Thien Cung (Cave Sky Palace), uma das mais famosas em Halong Bay. Subimos as escadas íngremes, através de um densa floresta, e entramos a enorme gruta adornada com estalactites e estalagmites de todos os tipos. Segue-se um passeio rápido pela praia da pequena ilha antes de regressar ao barco. Antes do desembarque, há ainda tempo para uma aula de culinária vietnamita, seguida pelo almoço. Aproveitamos para apanhar sol no deck durante a viagem de regresso. Pelo caminho é possível as vilas flutuantes de pescadores, uma comunidade que vive em Halong Bay e se dedica especialmente à pesca. Chegamos a Hanoi já ao final do dia, a tempo de sair para ter uma autêntica experiência de street food vietnamita no restaurante Quan An Ngon. Aproveitamos para explorar novamente a noite agitada da capital vietnamita, passando pelo Beer Corner antes de regressar ao hotel.

DIA 9| HANOI (VIETNAME)

Regressamos ao lago Hoan Kiem e desta vez visitamos a famosa ponte vermelha e templo . Estamos no coração da capital vietnamita e o ponto de partida para um passeio a pé pelo Bairro Antigo. Visitamos o Vietnamese Women’s Museum, um museu que retrata a realidade da mulher vietnamita ao longo da história e o seu papel na sociedade, na família e na moda. Almoçamos no Hanoi Social Club e continuamos a explorar as ruas da capital vietnamita. Ao final do dia, seguimos até à estação central de Hanoi, e embarcamos no combio para Hue, onde chegaremos na manhã seguinte.

➳ LER: Hanói e Halong Bay, e a história de quando tudo corre mal

DIA 10 | HUE (VIETNAME)

A viagem de comboio entre Hanoi e Hue foi tranquila, e já de dia aproveitamos para espreitar a paisagem pela janela da cabine. Chegamos a Hue a meio da manhã e seguimos de bicicleta até à antiga Cidade Imperial. Hue foi capital do Império Nguyen e ponto estratégico durante a guerra. Hoje, Património da Humanidade, a cidade imperal é e uma das mais interessantes atrações turísticas do Vietname. Já a tarde ia longa quando terminamos o passeio e paramos para almoçar. Aproveitamos o resto da tarde para descansar e saímos apenas para jantar num restaurante típico, mas com muita pinta. Segue-se uma caminhada nocturna pelas ruas de Hue, passando pelas margens do, agora iluminado, Rio Perfume.

➳ LER: Hué, a antiga cidade imperial perdida

DIA 11 | HOI AN (VIETNAME)

Saimos de Hue bem cedo numa tour guiada que nos leva costa vietnamita abaixo até Hoi An. A primeira paragem é numa pequena aldeia a poucos quilometros de Hue, onde se localiza uma das duas pontes japonesas mais emblemáticas do Vietname: Thanh Toan (The Japanese Bridge). Passeamos pela aldeia, sob o olhar atento e simpático dos seus habitantes, passamos pela ponte e visitamos o mercado local. Fazemo-nos novamente à estrada, passamos por um dos maiores lagos do Vietname, e paramos na praia de Lang Co Beach para uma pequena pausa. Já perto de Da Nang, paramos em Hai Van Pass (Sea Clouds Pass) para uma vista incrível sobre as estradas sinuaosas, o verde da montanha e o azul do mar. Subimos ao topo da Hai Van Gate, um forte de arquitetura francesa utilizado durante a Guerra do Vietname. Ao longe, podemos ver a cidade de Da Nang, a península de Son Tra e o Mar da China Meridional no horizonte. Pouco antes de chegar a Hoi An, subimos a Thuy Son, a Montanha da Água. É uma das 5 montanhas que constituiem as Marble Mountains. À chegada ao hotel, pegamos nas bicicletas e pedalamos até ao centro de Hoi An, já a noite tinha caído sobre a cidade. Jantamos num dos restaurantes do império da Ms. Vy e acabamos a noite a passear pelo Night Market.

DIA 12 | HOI AN (VIETNAME)

Pedalamos até ao centro de Hoi An, onde passamos o dia a explorar a cidade histórica que foi um importante porto mercantil. À medida que nos perdemos pelas suas ruas, é fácil perceber o porque de Hoi An ser considerada umas das cidades mais encantadoras do Sudeste Asiático. A Old Town está cheia de pequenas e antigas casas de mercadores, templos, museus, casas de arquitetura colonial francesa e, claro, lojas e restaurantes. Seguimos até à Japanese Covered Bridge, a outra emblemática ponte japonesa que a par da que visitámos perto de Hue é a das mais importantes do país. Hoi An é o paraíso dos tecidos e das alfaiatarias, e o local perfeito para fazer roupa à medida. Visitamos o Mercado Central e passeamos junto ao rio. Já de noite, aproveitamos para deambular novamente pela cidade iluminada pelos candeeiros típicos. Afinal, estamos na cidade das lanternas.

DIA 13 | HOI AN – DA NANG (VIETNAME)

A manhã começa cedo com uma visita ao mercado de Hoi An, uma experiência que faz parte da aula de cozinha vietnamita que tinhamos marcado para essa manhã. De regresso ao restaurante, fazemos um tour gastronómica pela e terminamos com uma aula de cozinha. O almoço são os 3 pratos típicos vietnamitas que preparamos. Depois da magnífica aula de cozinha, damos mais umas voltas por Hoi An. Seguimos de bicicleta pelo meio de campos de arroz e pequenas aldeias à beira da estrada até à praia de An Bang. Aproveitamos os últimos raios de sol para descansar na piscina do hotel. Ao cair da noite, seguimos até Da Nang, onde pernoitamos. Não antes sem dar um curto passeio pela cidade e jantar num restaurante italiano perto do hotel.

➳ LER: Hoi An, a charmosa cidade das lanternas

DIA 14 | HO CHI MINH (VIETNAME)

Ainda de madrugada seguimos até ao aeroporto de Da Nang, onde apanhámos o avião para o último destino no Vietname. Chegamos a Ho Chi Minh, a antiga Saigão, a meio da manhã e começamos a explorar aquela que é a maior cidade do país. A primeira paragem foi no Museu da Guerra. É uma lição de história sobre a Guerra do Vietname – desta vez, contada por quem esteve do outro lado do conflito -, e uma experiência intensa. Segue-se o Palácio da Independência, a Notre-Dame Cathedral Basilica of Saigon e Estação Central de Correios. É uma cidade de contrastes, cosmopolita e tradicional. Terminamos o dia no alto da Bitexco Financial Tower, mais precisamente no 52º andar, enquanto o sol se põe no horizonte e dá lugar a uma cidade repleta de pequenos pontos iluminados.

DIA 15 | HO CHI MINH (VIETNAME) – PHNOM PHEN (CAMBOJA)

Como um verdadeiro vietnamita, visitamos o Mercado Bem Than de manhã cedo. Seguimos até a famosa igreja cor-de-rosa Tan Dinh Church e continuamos a passear pelas ruas da cidade até regressar ao hotel. Fazemos a nossa última refeição tipicamente vietnamita da viagem e despedimo-nos do Vietname a meio da tarde: Cảm ơn bạn Vietnam! Chegamos a Phnom Phen, a capital do Camboja, já de noite, mas ainda a tempo de jantar num restaurante com um conceito incrível: o Friends the Restaurant.

LER: Ho Chi Minh, a agitada “pérola do extremo oriente”

DIA 16 | PHNOM PHEN (CAMBOJA)

Começamos o dia com uma triste e revoltante visita aos Campos de Extermínio de Choeung Ek (Killing Fields) e ao Museu Tuol Sleng – a antiga Prisão S-21. Ficámos a conhecer de perto as atrocidades cometidas pelo regime liderado por Pol Pot, o Khmer Rouge. Já de tarde aligeiramos a mente, e almoçamos num restaurante local. Segue-se o Palácio Real, Monumento da Independência, o Monumento da Amizade entre Camboja e o Vietname e outros tantos monumentos e jardins da cidade. Ao final do dia damos uma volta a pé pela marginal, junto ao rio, onde centenas de pessoas passeiam, dançam, praticam desporto ou simplesmente convivem. Jantamos num restaurante que faz parte do mesmo grupo de restaurantes onde tínhamos jantado na noite anterior, cuja missão é servir de restaurante-escola e ajuda jovens cambojano em dificuldade.

DIA 17 | PHNOM PHEN SIEM REAP (CAMBOJA)

O dia começa com um pequeno-almoço que, por momentos, nos faz esquecer que estamos na Ásia profunda. Passeamos junto ao Rio Tonle Sap, numa zona conhecida como Riverside, e vamos até aos mercados locais: o Central Market e o Old Market. Continuamos o passeio pelas ruas da capital cambojana, onde é vísivel os rastos da arquitetura colonial francesa a fundirem-se com o estilo khmer. Fazemos um almoço tardio no restaurante por baixo do nosso hotel, e a meio da tarde seguimos até ao aerporto. O destino final da viagem era Siem Reap, a base para explorarmos o maior complexto de templos do Sudoeste Asiático: Angkor Wat. Chegamos a Siem Reap já ao anoitecer e segu. Jantamos uma espécie de degustação dos pratos típicos da cozinha Khmer num restaurante que nos tinha sido recomendado. A chover a potes, apanhamos um tuk tuk de regresso ao hotel.

➳ LER: Phnom Penh, a sorridente capital do Camboja

DIA 18 | SIEM REAP (CAMBOJA)

O despertador toca antes das 4:00 da manhã. Ainda de noite cerrada saímos com o nosso motorista até à entrada do complexo de templos de Angkor, onde compramos o bilhete. Apressamo-nos para não perder o nascer do sol, que tardou em aparecer nesse dia. Dedicamos todo o dia a descobrir um dos mais importantes sítios arqueológicos do sudeste asiático. Perdido na densa selva cambojana durante anos, o Complexo Arqueológico de Angkor . Depois de passarmos parte da manhã a visitar Angkor Wat, seguem-se Bayon, Angkor Thom, Terrace of the Elephants, Ta Phrom e outros templos mais pequenos – que fazem parte do “circuito pequeno” de Angkor. A meio da tarde, damos por terminada a visita e regressamos ao hotel, onde ficamos na piscina e acabamos por jantar.

DIA 19 | SIEM REAP (CAMBOJA)

O dia nasce novamente sem grande esplendor e passamos o dia a deambular por Siem Reap. Sentamo-nos no Café Central para uma beber uma bebida fresca e acabamos depois por almoçar. Passamos o resto da tarde na piscina do hotel a aproveitar o descanso de Siem Reap e os últimos momentos no Camboja. Saimos para jantar, naquele que é o jantar de despedida do Camboja e do Sudoeste Asiático. Jantamos mais uma vez num restaurante que simboliza a vontade com que o povo cambojano se esforça por se reerguer do seu passado recente: o Haven. Na primeira noite sem chuva em Siem Reap, vamos até à Pub Street, o centro dos backpackers de Siem Reap, e visitamos o Night Market.

DIA 20 | SIEM REAP (CAMBOJA)

Este é o último dia no Camboja e aproveitamos para acordar mais tarde e ainda dar um mergulho na piscina. Saímos para dar mais umas voltas por Siem Reap e fazer as últimas compras nos seus mercados locais. Almoçamos uma espécia de fondues de carnes, legumes e noodles típicos da cozinha khmer num restaurante local na Pub Street. Ao vair da noite, seguimos até ao aeroporto de Siem Reap, onde temos voo de regresso a Bangkok. Chegamos a Bangkok perto da meia noite, apenas para fazer escala e dormir antes do voo de regresso a casa no dia seguinte.

➳ LER: Siem Reap, e a cidade perdida de Ankor Wat

DIA 21 | BANGUECOQUE (TAILÂNDIA) – LISBOA

Depois de 20 dias a explorar estes 4 magníficos países do Sudoeste Asiático, é hora de regressar a Lisboa. Do hotel seguimos até ao aeroporto de Don Muaeng, onde apanhamos um trasfer gratuito até ao aeroporto internacional de Suvarnabhumi. Despachamos as malas, e os 10 kg a mais que levamos, e dizemos adeus a esta viagem de 3 semanas à descoberta da Indochina.

➳ LER: De Bangkok a Bangkok, e o regresso a casa